
Olá, como ainda não tinha postado nada, nesta actividade aqui vai uma.
O rio e o mar marcam encontro na foz, onde se ergue um castelo de leite sólido. O néctar corre nas veias de todo o bom português. O céu azul e a cor escura das ruas deve a sua tez ao granito que ergue as casas e à humidade das ruas medievais. Todos gostam da melodia das suas paisagens rebelescas de pipas e velas. Quem não as viu, pode ao menos sonhar com elas. Digam-me lá a cidade que está pra além do arco desta ruela?
5 comentários:
Uma cidade muito especial para mim ;) Não agrada a toda a gente, nisso é como o Porto Santo: para uns uma paixão, para outros uma prisão... Já agora, diz lá se acertei: com quatro letrinhas a seguir a um P? ;)
Tenho uma dúvida: a ruela faz-me lembrar a velha e auttêntica Ribeira; se assim for, do outro lado do rio está a cidade que se tornou adulta, mas não quis perder o nome dos primeiros tempos de vida; no entanto, ao fundo parece estar um bocadinho da invicta. De que lado tiraste a fotografia?
Acertaram na muge.
A vila das casas de vinho fica em frente e claro que é o lado portruense da ribeira. Junto a uma ruela do Chez Lapin.
A primeira impressão que tive desta cidade não foi a melhor, mas depois de a conhecer um pouco, mudei de opinião. No Verão passado fiz, de barco, as três pontes. Aconselho!
Um dia, Seni,sobe o rio até à Régua.Parece que um escultor divino rasgou as margens e enfeitou-as de verde.
Vale a pena!
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