Por aqui...


... se escrevem e apagam textos, imagens, filmes, etc, etc, ... conversando e desconversando e tentando descobrir para que servem os blogues na nossa vida profissional :)

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Caros amigos,
passado a festa das máscaras, uma turma de alunos resolveu também blogar.
aqui deixo o link.
Boas navegagens.

http://37memorias.blogspot.com/

livros

DêPê, uma sugestão: e se partilhássemos os nossos livros e as nossas leituras?
Lembrei-me disto por causa de A viagem do Elefante e do filme que postaste(!). Lembras-te do Sofá Vermelho, um programa da RTP2 sobre livros. Podíamos talvez sugerir, dizer mal (gostamos tanto!), partilhar as coisas que nascem do que outros escrevem.
Já agora, este do Saramago: sobre coisa nenhuma, sobre a nossa propria viagem.

Torga - Poesia

http://www.youtube.com/watch?v=l2kd_l7VVS4


E se o poeta não fosse poeta?

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Visto de longe

Bocage o tal da rima fácil. Visto por artistas de hoje.
http://www.youtube.com/watch?v=pYaubAfQqd0&feature=related

Bocage - Elmano Sadino

Aqui deixo um video do grande poeta setubalense
http://www.youtube.com/watch?v=A8mcxQf5j20&feature=related

Problemas com a quarta actividade!

Este novo blogue não me deixa inserir os comentários. Não me reconhece como administradora! Quanto ao vídeo, vou tentar inserí-lo, mas não sei se o saberei fazer. De qualquer modo, vou deixar aqui o meu comentário sobre o pequeno vídeo do soneto de Camões. "Que diria Camões?..." Boa pergunta HP! Penso que com este novo "visual", Camões nem sequer reconheceria o seu soneto. Sou apologista das traduções, pois dessa forma, podemos ler as obras da literatura mundial, o que é fantástico! Porém, acho que ao fazermos um vídeo deste género, devemos investigar um pouco mais sobre o que determinado escritor e as suas criações literárias representam para o seu país de origem. Digo isto, porque não consigo encontrar ligação entre o poema e as figuras nipónicas de banda desenhada. Considero que esta "combinação" foi infeliz. Ainda bem que pelo menos a música de fundo escolhida é bem portuguesa. Acho eu!

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Montes de blogues :(

Espero que a multiplicação de blogues não esteja a criar confusão :(

O nosso blogue original, este, continuará por aqui aberto a postes mais ou menos informativos sobre qualquer assunto.

As actividades da formação são agora publicadas no blogue “De nós para nós”, assim como as nossas dúvidas e informações, científicas e pedagógicas, relativas às três disciplinas.

Os nossos ‘textos especiais’ vão para o Florálias, por enquanto aberto a todo o tipo de texto e tema (eventualmente começaremos a sério as nossas ‘florálias’).

Viagem no tempo...







Há dias, depois de ler o poste da HP sobre o livro do Nemésio, peguei no livro e, ao folheá-lo, caiu-me de dentro este papelinho que me levou logo numa viagem no tempo: reparem na data, uns meses ainda para o 25 de Abril, e no conteúdo, relacionado com a luta dos estudantes... Por coincidência, o Expresso da semana passada fez referência a estes acontecimentos.



domingo, 15 de fevereiro de 2009

Jardins de Sonho

Ora digam que não gostariam de estar nestes jardins maravilhosos! Neste momento não me importava mesmo nada! Por lá viveu um rei famoso, que já na altura adorava aquele Sol magnífico e por lá deambulava para relaxar e procurar soluções para as "encrencas" em que se metia. Nem sempre encontrava soluções, mas uma coisa é certa: saía de lá tranquilo, feliz, pois qualquer problema perdia a sua gravidade perante tamanha grandiosidade! Depois passava a tarde a olhar-se e a admirar-se na sua sala plena de espelhos. Será difícil adivinhar que lugar é este? Penso que não!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Musica, pontes, ferreirinha néctar




Olá, como ainda não tinha postado nada, nesta actividade aqui vai uma.


O rio e o mar marcam encontro na foz, onde se ergue um castelo de leite sólido. O néctar corre nas veias de todo o bom português. O céu azul e a cor escura das ruas deve a sua tez ao granito que ergue as casas e à humidade das ruas medievais. Todos gostam da melodia das suas paisagens rebelescas de pipas e velas. Quem não as viu, pode ao menos sonhar com elas. Digam-me lá a cidade que está pra além do arco desta ruela?

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

SEMPRE O MAR



Para nos entretermos, mais dois desafios: onde estamos? São ilhas, lá perto andarão vaquinhas no meio de muito verde, ficam em países diferentes, falam línguas diferentes e com sotaque característico, têm habitantes orgulhosos da sua identidade. Deram-nos dois grandes escritores: um escolheu para título de uma das suas obras um herói grego; outro falou de um curta (no espaço) mas difícil travessia (em todos os sentidos).

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Serenidade natural


Este calmo e belo lugar fica num dos cinco continentes. No Verão, faz muito calor. O nome do país/ilha tem mais de três letras. Nunca lá fui, mas gostava de visitá-lo. Onde ficará este lugar? Será que algum de vós o conhece?

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Uma ideia

DêPê e pessoal: as últimas entradas deram-me uma ideia (eu só dou trabalho à nossa administradora...). E se abríssemos novas "secçôes" no blogue: uma para dúvidas científicas (das três disciplinas), outra para relato de práticas ou experiências pedagógicas (das três línguas ou de projectos em que estejamos envolvidos ou de que tenhamos ouvido falar)e outra para partilha de fotografias de lugares que tenhamos visitado por esse mundo fora (podíamos comentá-las, dizendo o que elas nos sugerem ou o que vemos nelas, tal como "O Expresso" faz na revista). Assim, aliávamos o prazer ao trabalho e enriqueceríamos o blogue. Parece-vos bem ou estou a complicar as coisas?

O Anoitecer no Mar


Já que se aproxima o dia dos namorados, decidi colocar está paisagem cheia de romantismo. Nela temos um casal de namorados abraçados no mar, durante o crepúsculo vespertino. Estão na praia de Santa Fé. A praia fica na Améria do Sul. A língua oficial é o espanhol- Castelhano. A capital do país é Caracas. Fácil, não é verdade?

Que espanto!


Este edifício fica numa cidade que qualquer um de nós gostaria de visitar. Dizem que nunca dorme e é cenário de filmes que todos conhecemos.

Onde é?

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Local ideal para brincar e rir muito...

É um parque de diversões...
Fica na terra dos queijos, dos monumentos, das compras...
É perfeito para os dias de calor...
Tem muitas actividades aquáticas e oferece uma viagem de barco ao interior de uma aldeia tirada da B.D.. O comandante, uma figura verde de cornos rosados, (des)encaminha os visitantes até cenários e personagens fantásticas, como esta que vos mostro...
Descobriram o nome do Parque?
Observem bem o pescador... Conhecem o seu amigo?...

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Uma dúvida

Quem é capaz de esclarecer esta dúvida?

Na frase "A menina ficou encantada com a história do avô.", qual é a função sintáctica de "com a história do avô"?

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009


Gosto de sol,
de peixe e de canções ao luar
Gosto de frutos tropicais e ruas, sem carros, bordejando os quintais de buganvilias.
Gosto da calmia do lugar e das gentes simples.
Estragaram de há 6 anos a ruralidade pitoresca do local,
mas tiveram muito bom gosto!

o poeta entende a vida 08-01-2004

O poeta entende a vida.

Como não poderia ser?
Olho esta sala de alunos criativos
e penso com os meus simples botões
como a escrita de um poema sem refrões
não os deixa ficar um momento passivos?
É-lhes tão dificil escrever um poema?
Mas a poesia é simples como respirar
tão simples como correr e saltar...
O que deve ser dificil é o tema!
Pergunto aos meus botões de adulto:
- Onde pára a sua jovem imaginação?
Será que a levou o mar, o vento ou o Verão?
Ou o que olho na sala é mero vulto?
Terão medo de escrever ou de ouvir o coração?
- Não tenham medo da folha em branco.
Não tenham medo da exposição.
Só quem tem alma de grande e franco
é capaz de escrever poesia.
Não tenham medo! Escrevam alegria.
Escrevam como da primeira vez que olharam o mar.
Acreditem que só quem escreve,
ainda que por um momento breve
entende a vida e cresce!
Insisto:
-Não tenham medo de escrever poesia
Ela será a vida e o perfume do dia.
Ela é luar é luz, é flor e maresia.
Ela será sempre a estrela da aurora
e a música que nos acaricia.
Em tudo o que fazemos existe poesia.
Ela é o nosso respirar
Ela é vida e fonte que nos sacia!

Não há vida sem poesia!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Escola

Para quem já não se lembra das festas da escola, aquelas que envolviam muita gente e tinham um brilho especial, aqui deixo umas imagens. A saudade é uma força muito forte.

Quem não a sente?

Era por estes dias, que quando era criança se colocava uma bandeira numa vara comprida e se deixava junto de casa, durante oito dias. Era a altura dos compadres e comadres, um simbolismo que nunca percebi, mas que recordo acontecer antes do Entrudo. A festa continua em Santana. É um cartaz muito forte daquele Concelho. Mas do antigo simbolismo nada sei! Será que alguem me pode dizer algo?
Quanto à festa de Santana.
Aproveitem para irem ver o cortejo.

Poesia

Apetece-me estourar as rimas

Deixar versos enforcados

Fazer uma salada de palavras

dissonantes, sem sentido, sem olhar...

A poesia não se reduz a sons.

A poesia brota do coração,

É pensamento,

É sopro

É vento,

É folha de papel,
É movimento
É fome e pão.

A poesia não tem ritmo, mas tem compasso

A poesia é o que um poeta sentir ao escrever

A poesia é o que tu sentes ao ler

A poesia é sedução.

É o que de mais puro e belo

Pode conter um humano coração.

A poesia é um olhar

A poesia é o bocejo do velho

É o exuberar do jovem

É sorriso de criança.

A poesia é canto e dança,

choro e alegria.

É sofrimento e dor,

É ramo verde

É horizonte

É luar , sol e flor...


Enfim...

O mundo é a poesia

E o poema é que lhe dá a cor.


Olhar do passado

Não sei a razão da nostalgia que sinto nesta quinta de tarde. Será do céu cinzento? Do ar fresco? Das ruas molhadas? Das imagens que não me passam pela memória?Do murmurinho das crianças ao saírem da escola? Será que foi pelo correr do vento, assobiando nas telhas dos beirais? Das árvores molhadas e sombrias? Se calhar foi um defrag à minha memória que aflorou, algures, um regresso ao mar passado, e a uma festa, cheia de cor, sal e maresia, com Gil Vicente, e à mistura, demónios e anjos...


Serão os anjos da memória ou os demónios do passado aflorando o presente?

(Quase) nada


Era ali: onde a terra acaba e o mar começa, mas sabendo que podia sair quando a solidão doesse.

Onde é?

Num dos lugares onde a civilização começou, onde Sócrates (não o José, mas o outro) recebeu das mãos de Apolo a missão de ensinar e descobriu que "Só sei que nada sei".

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Caros colegas:
Aconselho-vos a visitarem o seguinte blogue. http://instantesgf.blogspot.com. Neste blogue poderão encontrar fotografias lindíssimas da ilha da Madeira e do Porto Santo. Visitem-no não se irão arrepender, isso garanto-vos. Bom resto de semana!!! Nanda

Paraíso perdido



Esta imagem não é difícil de identificar! Mas se alguém tiver dúvidas, aqui vão algumas pistas! Esta linda praia fica num lugar "santo", e o nome do local onde foi tirada esta fotografia começa pela letra C.

ainda o fim-de-semana excelente


Achei que as casinhas de madeira mereciam mais do que uma simples referência.

Um fim-de-semana excelente


É um sítio lindo, onde podemos alugar as casinhas (de pedra ou de madeira).Os espaços envolventes combinam sabiamente as dádivas da natureza com a arte do homem. Garanto-vos que podem ouvir e ver os pássaros. Há uma sauna literalmente ao lado de um ribeiro que não se cansa de anunciar a sua presença.

1ª pista: fica perto, mas para cima.

2ª pista: a terra tem nome de um homem tão bonzinho, tão bonzinho que teve direito a título. Ah! ... e gostava de noivas.

Onde eu gostaria de estar agora...

... se não tivesse de preencher termos ;)

Olhando o mar do quentinho dum quarto da estalagem de...

MAIS PISTAS:
- algas, sargaço, neblinas e nortadas...

- pertinho da cidade onde se realizam as 'Correntes da Escrita'... e da terra da nossa colega L...

Chama-se ...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Paisagens da alma


Olá pesoal, estou de novo por estes lados, postando umas letras na tela, mas com a cor duma imagem de telemóvel.


O sol espreitava timidamente, por entre as matinais nuvens, o penhasco que se ergue vertical e de esguio a meio do mar. O Ilhéu do Lido. A caminhada matinal que oxigena o corpo e a mente, tem destas coisas belas que muito nos passam pela vista, mas que raramente as vemos.

O mar cuspia de raiva lá em baixo e alguns salpicos de maresia chegavam, trazidos pela brisa até cá em cima. Aquela manhã tinha o gosto do sal fresco e alvo, tingida de luz e cor como uma tela de um pintor. Não sei qual. Mas isso não importa!

Bolo de arroz a dois cruzados

Era pela maresia infantil das manhãs de e domingo, ainda eu vestia calções e usava “arrigeiras” pelos ombros, cruzadas no meio das costas. Lembro bem o cheiro do bolo de arroz feito de madrugada, e o sorriso da Sr.ª Madalena, quando me via chegar com os dois cruzados fechados na mão, de olhos vivos e brilhantes de desejo ao sopé da cabana do barbeiro. Ali estava ela com o balcão enfeitado de bordões, suspiros e colares multicolores de gulosos rebuçados. Recordo o aroma dos suspiros e os bolos de arroz alinhados a um canto do tabuleiro, alinhados como guerreiros; a giga, de vime descascado, servindo de pilar e apoiado no “pagão” de EEM, com a sua lâmpada, protegida por um prato branco na face inferior e verde na outra, ficava um bordão de cana e o guarda-chuva. Era ali, no Medeiros, no antigo entroncamento para o Santo da Serra, na cabeceira quatro do aeroporto, em frente da “bebreira” preta, que descia despreocupada o muro em pedra aparada e fazia as delícias dos fedelhos, no mês de Setembro, que ela todos os santos domingos montava a sua banca, pelas sete da matina.
O Silva, o barbeiro, desde as cinco que cortava cabelo e desfazia rijas barbas de rudes homens da lavoura, a sua petromax espalhava uma luz branca, visível, a muitos metros e que se tornava quase sol, quando eu passava em galhofa com os meus irmãos e vizinhos, pouco antes das seis, por debaixo das janelas que davam para o mar e para o enorme dragoeiro que embelezava a descida para o antigo cais e cadeia a Nascente da Ribeira do Moreno.
Em Agosto, ali se ficava vendo os Ford Escort RS a fugirem de trás, os minis a fazerem esses, os opels a roncarem como demónios, quando vindos do Funchal e se dirigiam, no decorrer do rali da Madeira, para a apertada estrada de paralelepípedos que conduzia ao campo de Golfe.
Ali, onde eu esperava pelo meu avô, de cabelo já muito ralo e branco, escondido pelo chapéu preto, levemente caído para o lado, que sempre tinha dois cruzados ou cinco tostões , daqueles brancos, com uma cabeça de mulher, e com alguma prata, para uma guloseima. Sim porque eu herdara o nome dele, e não apenas o sobrenome. Era o seu primeiro neto. Recordo esse tempo em que íamos à missa das seis da manhã de domingo, dita pelo enorme Padre Gabriel.
O avô levava-me a ver os barcos a varar e ensinava-me o nome dos peixes. Ele adorava congro. Dizia: " congro é comer e coçar no lombo". Aquele homem marcou a minha vida, desde que me lembro. Ensinou-me a arte da poda, da enxertia, do sacudir o restolho, de reerguer paredes, de fazer vinho... Sei lá! Não me ensinou a ler, porque não sabia, mas no dia em que fui pela primeira vez para a escola, comprou-me uns sapatos e disse-me: - aprende a ler e a escrever, para poderes ler ao avô o jornal. Era um homem do seu tempo. Um bom homem, sobretudo ao domingo, quando me dando cinco tostões me dizia : - Não gastes tudo num dia, guarda o que ficar, pois não sabes o que vai acontecer amanhã.
Muitas vezes ouvi este conselho, e muitos outros que me serviram no caminho da existência.
O avô há muito que foi, a mulher também, o local foi engolido pelo aumento do aeroporto, mas na memória tudo permanece: o cheiro do bolo de arroz e o sorriso de satisfação daquela mulher que todos os domingos continua encostado no poste de electricidade, no Medeiros com a giga branca e o tabuleiro enfeitado de recordações. O menino, timidamente dirige-se para lá em busca dos aromas da infância.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Presidente 2.0

Muito a propósito da nossa acção, o último Jornal Expresso tem um artigo com o título "Cavaco Worldwide".

O que é que tem esta notícia a ver com o nosso blogue, connosco ou com a nossa formação?...

No ponto de situação da 2ª actividade, que seguirá dentro de momentos, começaremos a responder a esta pergunta.


Entretanto, fica aqui um vídeo do nosso presidente worldwide: