Adoro o Porto Moniz porque tenho boas recordações de muitas passagens por lá! Talvez seja de um Porto Moniz que já não existe... mas tenho saudades na mesma...
E, claro, dos tempos passados na piscina e de olhar o farol em frente e o mar do Porto Moniz, que é de um azul muito especial !
Nada que se compare em toda a Madeira ;)
(aceitam-se outras opiniões ;)
8 comentários:
Estas palavras fizeram-me reviver (ou melhor «renadar») o MEU MAR que também é ÚNICO - «Nada que se compare em toda a Madeira»
(Não estou a «bater»... :-)Agradeço a inspiração.)
ok ok :) se não fossem os gostos, o que seria do amarelo? ;)
Desconfio que ainda vão aparecer mais 'mares únicos' nos outros 'primeiros postes' ;)
Se vamos comparar "mares" os da minha infância não ficam atrás dos vossos: o da Nazaré (revolto, zangado, mas belo) e o de Maputo (o quente Índico)
Por esta altura os mares estão a pensar: que presunção pensarem que somos de alguém... ou talvez digam: mais umas apaixonadas...
Sim, HP, umas apaixonadas como a Sophia: "Quando eu morrer voltarei para buscar / Os instantes que não vivi junto do mar" (eu também...)
Posso confessar-vos uma coisa? Eu tambem tenho mares: antigos e novos. E é tão bom fingir que eles nos pertencem.
Sou mais uma apaixonada!
Não sei se serei mais uma apaixonada pelo mar, mas posso dizer que quando caminho perto do mar, sinto uma tranquilidade inexplicável. Adoro ouvir o barulho das ondas e sentir o cheiro a maresia.E quando nado, gosto de ser "acariciada" pela sua água salgada. Bem, depois desta descrição que acabo de fazer, só me resta admitir que também estou apaixonada pelo mar.Não acham?
DêPê segui as instruções que publicaste no poste. E espero que agora sim consiga colocar o meu nick. A partir de agora sou a Nanda.
A ilha é prisioneira do mar. esse mar liberdade e horizonte de libertação. Da costa recordo aquela , ali, junto ao farol da Ponta do Pargo, descendo pela costeira enfenada e pedregosa que se atira no azul bandido daquele mar malandro. Lá em baixo atirando beijos às pedras da babugem. Ali o mar parece sagrado e imaculado. No cimo da rocha ouço-o arrastar os calhaus lapidados como uma orquestra bem afinada.O meu olhar perde-se azul e vago como a gaivota ondulante e alva na calmia daquela tarde de Agosto.
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